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A gestão de um condomínio deixou de ser uma tarefa simples de “pagar contas e cuidar da limpeza” para se tornar uma administração complexa, comparável à gestão de uma empresa. Nesse cenário, a figura do síndico profissional ganha cada vez mais destaque no mercado imobiliário brasileiro.
Antigamente, era comum que o morador mais antigo ou aquele com mais tempo livre assumisse a responsabilidade. Hoje, com as exigências legais, fiscais e trabalhistas, a demanda por uma gestão técnica e imparcial cresceu exponencialmente. A Fesan Administradora, com sua expertise jurídica e administrativa, entende profundamente essa transição.
Se você busca entender se o seu condomínio deve optar por um morador ou contratar um especialista externo, este artigo é o guia definitivo. Vamos explorar o que é, o que faz, e quais as reais vantagens dessa modalidade de gestão.

Evolução da Gestão Condominial
O cenário atual dos condomínios no Brasil
Os condomínios modernos são verdadeiros ecossistemas que movimentam orçamentos milionários e abrigam centenas, às vezes milhares, de pessoas. A complexidade aumentou: normas de segurança, manutenção predial rigorosa (como a inspeção predial obrigatória), gestão de conflitos em tempos de home office e a necessidade de tecnologias para controle de acesso são apenas a ponta do iceberg.
Nesse ambiente, o amadorismo pode custar caro. Um erro no recolhimento de impostos ou uma falha na manutenção pode gerar processos judiciais e prejuízos financeiros enormes para a massa condominial.
A necessidade de profissionalização na gestão
A profissionalização surge como resposta à necessidade de eficiência. Condôminos estão mais exigentes quanto à transparência e à valorização do seu patrimônio. Eles esperam que o síndico não apenas resolva problemas, mas que antecipe soluções e reduza custos.
Muitas vezes, o síndico morador, por melhor intencionado que seja, não possui o conhecimento multidisciplinar necessário ou o tempo hábil para lidar com a carga de trabalho. É aqui que a dúvida sobre a contratação de um síndico profissional começa a surgir nas assembleias.
Quer entender se o seu condomínio precisa de um síndico profissional ou apenas de uma administradora mais eficiente como a Fesan? Continue lendo.
O que é um Síndico Profissional?
Um síndico profissional é um gestor externo, pessoa física ou jurídica, contratado para exercer a administração do condomínio sem a necessidade de ser proprietário ou morador do local, atuando mediante remuneração e contrato de prestação de serviços.
Definição e Amparo Legal (Código Civil)
A legislação brasileira é clara e permissiva quanto a essa figura. O Artigo 1.347 do Código Civil estabelece que: “A assembleia poderá escolher um síndico, não condômino, para administrar o condomínio, por prazo não superior a dois anos, o qual poderá renovar-se”.
Isso significa que a lei não obriga que o gestor tenha vínculo de propriedade com o edifício. O foco da lei é garantir que haja um responsável legal que responda, civil e criminalmente, pelos atos de gestão.
A diferença fundamental para o síndico orgânico
Enquanto o síndico orgânico (morador) geralmente é um voluntário que recebe isenção da cota condominial, o síndico profissional é um prestador de serviços. Ele é encarado como um fornecedor, o que muda a dinâmica da cobrança por resultados. Suas principais características incluem:
- Não precisa residir no condomínio: O que garante maior isenção em conflitos pessoais.
- Pode ser Pessoa Física ou Jurídica: Empresas especializadas também podem ser eleitas como síndicas.
- Possui vínculo contratual de prestação de serviços: Além da eleição em assembleia, há um contrato que rege suas obrigações e metas.
- Deve seguir o Art. 1.347 do Código Civil: Assim como qualquer outro síndico, seu mandato é eletivo e temporário.
O que faz o Síndico Profissional?
O síndico profissional é responsável por toda a gestão administrativa, financeira e operacional do condomínio, devendo cumprir e fazer cumprir a convenção, o regimento interno e as deliberações da assembleia, agindo com rigor técnico e imparcialidade.
Gestão Administrativa e Operacional
No dia a dia, isso envolve coordenar a equipe de funcionários (porteiros, zeladores, limpeza), gerenciar escalas, fiscalizar a execução de serviços de terceiros e garantir que as manutenções preventivas (elevadores, bombas, para-raios) estejam em dia. Ele é o “CEO” do condomínio.

Responsabilidade Civil e Criminal
É crucial destacar que a responsabilidade do síndico profissional é idêntica à do síndico morador. Se houver negligência, imprudência ou imperícia que cause danos ao condomínio ou a terceiros, ele pode responder pessoalmente, inclusive com seu patrimônio.
Gestão Financeira e Orçamentária
Embora conte com o apoio de uma administradora como a Fesan, o síndico é quem autoriza pagamentos e fiscaliza o fluxo de caixa. Ele deve trabalhar para manter a saúde financeira, combatendo a inadimplência e buscando eficiência nos gastos.
A importância da imparcialidade na tomada de decisões
Uma das maiores atribuições do gestor profissional é tomar decisões difíceis sem o peso das relações de vizinhança. Aplicar uma multa em um condômino barulhento ou cobrar um inadimplente torna-se um ato administrativo impessoal, e não uma “briga de vizinhos”.
O papel na redução de custos condominiais
Com experiência de mercado, o síndico profissional tende a ter melhor poder de negociação com fornecedores e visão para identificar desperdícios, impactando diretamente no valor da cota condominial.
Resumindo, as atribuições incluem:
- Gestão de inadimplência e cobrança: Atuação firme para recuperação de crédito.
- Mediação de conflitos entre vizinhos: Resolução técnica baseada no regulamento.
- Acompanhamento de obras e manutenção predial: Garantia de valorização do imóvel.
- Gestão de funcionários e terceirizados: Controle de horas extras e qualidade do serviço.
- Representação legal do condomínio: Em juízo ou fora dele.
Quem pode ser Síndico Profissional e quem não pode?
Qualquer pessoa civilmente capaz, brasileira ou estrangeira, pode ser eleita como síndico profissional, desde que não possua impedimentos legais específicos e seja escolhida pela assembleia de condôminos.
Quem pode exercer a função?
Não há exigência de formação superior específica em lei, embora seja altamente recomendável que o profissional tenha conhecimentos em Administração, Direito, Contabilidade ou cursos específicos de sindicância. O mercado valoriza a capacitação.
Quem está impedido de assumir o cargo?
Pessoas que não estejam em pleno gozo de seus direitos civis ou que tenham impedimentos específicos previstos na Convenção do Condomínio não podem assumir.
Inadimplentes podem ser síndicos? O que diz a lei
Este é um ponto polêmico. O Código Civil não proíbe explicitamente que um inadimplente seja síndico. No entanto, a maioria das Convenções Condominiais traz essa vedação. Além disso, moralmente e tecnicamente, é incoerente que alguém que deve ao condomínio seja responsável por cobrar os demais e gerir o caixa.
A questão da idoneidade e antecedentes criminais
Embora não seja uma regra absoluta na lei federal, é prática comum e recomendada que se exija “ficha limpa” (certidões negativas cíveis e criminais) para candidatos a síndico profissional, dada a responsabilidade financeira envolvida.

Quais são as diferenças entre Síndico Profissional e Síndico Morador?
A principal diferença reside no vínculo com o imóvel e na natureza da relação: o síndico morador tem um vínculo pessoal e de propriedade, enquanto o síndico profissional possui um vínculo técnico e comercial.
Vínculo com o imóvel e os moradores
O síndico morador vive as dores e alegrias do condomínio 24 horas por dia. Isso gera maior proximidade, mas também maior desgaste emocional. O profissional visita o condomínio conforme carga horária estipulada, mantendo um distanciamento saudável para a gestão.
Capacitação técnica e disponibilidade de tempo
Veja abaixo um comparativo detalhado para facilitar sua decisão:
| Aspecto | Síndico Morador | Síndico Profissional |
|---|---|---|
| Vínculo | Proprietário ou inquilino (residente) | Prestador de serviços externo |
| Relação com Moradores | Vizinho (pessoal) | Profissional (imparcial) |
| Remuneração | Geralmente isenção de cota ou ajuda de custo | Honorários contratuais |
| Conhecimento Técnico | Variável (depende da profissão original) | Especializado em gestão condominial |
| Disponibilidade | Horas vagas / Tempo livre | Dedicação conforme contrato |
Quais são as vantagens e desvantagens de um Síndico Profissional?
As vantagens do síndico profissional incluem a imparcialidade na aplicação de regras e o conhecimento técnico aprofundado, enquanto as desvantagens podem envolver o custo dos honorários e a menor presença física no local comparado a um morador.
Analisando os Prós: Por que contratar?
A contratação de um especialista traz um “choque de gestão”. Condomínios com histórico de brigas internas, alta inadimplência ou obras paradas costumam se beneficiar muito dessa figura.
- Vantagem: Imparcialidade na aplicação de multas e regras: O profissional não teme “ficar mal com o vizinho de porta”.
- Vantagem: Maior conhecimento técnico e legal: Menor risco de passivos trabalhistas e tributários.
- Vantagem: Gestão focada em resultados e valorização do patrimônio: O foco é a eficiência e a estética do imóvel.
Analisando os Contras: Pontos de atenção
Não existe solução mágica. A contratação exige investimento e adaptação cultural dos moradores.
- Desvantagem: Custo mensal (honorários): É um valor a mais na folha de pagamento, diferente da isenção simples.
- Desvantagem: Menor presença física diária: O profissional não está lá à noite ou nos finais de semana (salvo emergências), o que exige canais de comunicação eficientes.
- Desvantagem: Menor conhecimento das peculiaridades sociais: Leva um tempo para entender a dinâmica social específica daquele grupo de moradores.
Independentemente da escolha, o suporte de uma administradora robusta é essencial para garantir que o síndico (seja ele quem for) tenha as ferramentas certas.

Quanto custa contratar um Síndico Profissional?
O custo para contratar um síndico profissional varia conforme o número de unidades, a complexidade das áreas comuns, a carga horária exigida e a localização do condomínio, geralmente partindo de R$ 1.500,00 para condomínios pequenos.
Fatores que influenciam o preço
Não há uma tabela fixa, mas o mercado considera variáveis claras para precificar o serviço.
Tamanho do condomínio e número de unidades
Quanto mais unidades, maior a demanda administrativa e o número de conflitos para gerir.
Complexidade das áreas comuns e lazer
Um condomínio clube com piscina, academia e salões de festa exige muito mais gestão de manutenção e reservas do que um prédio simples.
Carga horária dedicada exigida
O contrato prevê quantas visitas semanais o síndico fará. Quanto maior a presença física exigida, maiores serão os honorários.
Custo-benefício: O investimento se paga?
Muitas vezes, a economia gerada pela renegociação de contratos, redução de inadimplência e prevenção de multas trabalhistas supera o valor pago ao profissional. É um investimento que se paga pela eficiência.
Como a Fesan Administradora potencializa a gestão do Síndico
Seja o seu condomínio gerido por um síndico profissional ou por um morador dedicado, a Fesan Administradora é o braço direito que garante o sucesso da gestão. Fundada por Gustavo Ferreira, advogado especialista em direito imobiliário, nossa empresa traz segurança jurídica e tecnologia de ponta.

Tecnologia e Transparência na palma da mão
Oferecemos um APP exclusivo onde moradores podem reservar áreas, visualizar boletos e comunicados, enquanto o síndico tem controle total das operações na palma da mão.
Suporte Jurídico e Administrativo completo
Diferente de administradoras comuns, a Fesan tem o DNA jurídico. Isso significa blindagem para o seu condomínio.
- Apoio Jurídico especializado em direito imobiliário: Análise de contratos e suporte em conflitos.
- Gestão Financeira transparente com prestação de contas digital: Fim das pastas de papel confusas.
- App exclusivo para facilitar a comunicação síndico-morador: Agilidade na resolução de chamados.
- Cobrança eficiente para redução da inadimplência: Recuperação de receita com agilidade e respeito.
Perguntas Frequentes (FAQ)
O que é um síndico profissional?
Um síndico profissional é um gestor externo contratado para administrar condomínios. Diferente do síndico morador, ele é especializado em gestão condominial e possui conhecimento técnico para realizar a administração, sendo ideal para condomínios que buscam profissionalização ou não possuem voluntários.
Quanto ganha um síndico profissional?
A remuneração varia de acordo com o tamanho e complexidade do condomínio. Em geral, a faixa inicial fica entre R$ 1.500 e R$ 2.000, mas pode chegar a R$ 10.000 mensais em empreendimentos maiores e mais complexos.
O que faz um síndico profissional?
Suas atribuições incluem a gestão administrativa do condomínio, a solução de desentendimentos entre condôminos, a aplicação de advertências e multas quando necessário, e a promoção da harmonia e governança no local.
Quais habilidades são necessárias para ser síndico profissional?
Para atuar na área, é necessário ter habilidades como flexibilidade, paciência, empatia, respeito, iniciativa, organização e uma boa capacidade de comunicação.
Conclusão
Optar por um síndico profissional é uma decisão estratégica que pode trazer paz, valorização e eficiência financeira para o seu condomínio. No entanto, mesmo o melhor gestor precisa de retaguarda. A Fesan Administradora oferece a estrutura completa — jurídica, contábil e tecnológica — para transformar a realidade do seu empreendimento.
Seja com síndico profissional ou morador, a Fesan tem a estrutura completa para o seu condomínio. Entre em contato e reduza seus custos hoje mesmo!




